Lívia Gil Guimarães

Doutoranda e mestra (2017) em Direito do Estado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (FDUSP), com graduação (bacharela) em Direito pela mesma instituição (2012), sendo parte dela cursada também no Institut d’Études Politiques (Sciences Po), em Paris, França (2010-2011). Atualmente, é coordenadora das atividades de cultura e extensão NPJ-DH (Núcleo de Prática Jurídica em Direitos Humanos) e GPEIA (Grupo de Pesquisa e Estudo de Inclusão na Academia), ambos da FDUSP. É pesquisadora bolsista CAPES/PROEX (Programa de Excelência Acadêmica). Atua como professora colaboradora da Sociedade Brasileira de Direito Público (SBDP). Dedica-se aos estudos de Cortes Constitucionais (com especial ênfase ao STF) e seus atores; Gênero e instituições; Participação social no STF (audiências públicas e amicus curiae) e; Litígio Estratégico em Direitos Humanos. Foi pesquisadora bolsista do Supremo em Pauta na Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV DIREITO SP) (2015-2019). 

Lattes: http://lattes.cnpq.br/3072761339331439

Orcid iD: https://orcid.org/0000-0001-7764-3301

DOUTORADO

 Em meu doutorado, estudo de que maneira a presença (ou a ausência) de diversidade de gênero na composição de cortes supremas pode interferir no desenho e na qualidade deliberativa destas instituições.

 MESTRADO

Em minha dissertação de mestrado, intitulada Audiências Públicas no Supremo Tribunal Federal: Discurso, Prática e Lobby, estudei as funções desempenhadas pelas audiências públicas realizadas no âmbito do STF. A pesquisa foi feita a partir de investigação empírica qualitativa das estruturas, modelos de organização e discursos praticados pelos ministros, ministras e atores e atrizes sociais, políticos e econômicos naquele espaço.

 PRINCIPAIS PUBLICAÇÕES

 Artigos acadêmicos

“Participação Social no STF: repensando o papel das audiências públicas”, Revista Direito e Práxis 11 (2020): 236-271. 

“Fora dos holofotes: estudo empírico sobre o controle da imparcialidade dos ministros do STF”, Direito, Estado e Sociedade (2020) (prelo). (coautoria com Rubens Glezer et. al).

“Atuação do movimento das mulheres no Supremo Tribunal Federal: litígio estratégico no caso da ADPF 54”, Revista Brasileira de Estudos Constitucionais – RBEC 40 (2018): 13-37.

Livros

Interações de gênero nas salas de aula da Faculdade de Direito da USP: um currículo oculto?. São Paulo: UNESCO Chair in Right to Education/University of São Paulo (USP), 2019. (coautoria com Sheila C. Neder Cerezetti et al). 

Agenda dos direitos da criança e do adolescente no Supremo Tribunal Federal. São Paulo: FGV Direito SP & Instituto Alana, 2019. (coautoria com Eloisa Machado de Almeida et. al).

 Capítulos de livros

“Direitos das Mulheres no STF: possibilidades de litígio estratégico?”, in Adriana Vojvodic; Henrique Motta Pinto; Paula Gorzoni; Rodrigo Pagani Souza. (orgs.). Jurisdição Constitucional no Brasil. São Paulo: Malheiros, 2012: 196-209.  

 Outras publicações

 “O que é falar de feminismo na universidade”, Juízes para a Democracia 69 (2016): 12. (coautoria com Sheila C. Neder Cerezetti et. al).

 Imprensa

 “Nove Juízes e alguns segredos”, Quatro Cinco um, março de 2019, p.20.

“Audiências Públicas no Supremo merecem aperfeiçoamento e inovação”, Jota, julho de 2018.

 “Janelas de oportunidade”, Quatro Cinco um, abril de 2018, p.16.